Caminhada de mil anos. De mil olhares
Mas aqui, no meu casulo, aqui na minha foça terminal... tudo mudaria. Aqui onde nada nunca se acende. Nada existe.
Sofá empoeirado em baixo dos nossos corpos sujos. Sujeira e gosto de suor à dois. Pedaços de carne que se costuram. Se remendam juntos.
No calor do meu corpo tu não passa frio.
[Não sei mais escrever. Minha poesia está com fratura exposta].

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