terça-feira, 30 de setembro de 2014

Born to die

Ele já faz parte de mim. Uma parte infinita e insubstituível. Uma pedaço de mim. Um pedaço que me preenche nesse meu vazio de poesia incoerente, de transtorno ambíguo. Perplexa complexidade. Nós vivenciamos dos mesmos momentos - dos mesmos efeitos colaterais. A cada entorpecente. Duas almas deprimentes. 
Caminhando nas ruas, perdidos em meio a vultos, aparições e desilusões. Cada um montado no seu salto de veludo-espinho. Com seu batom vermelho cor de sangue. Nicotina na língua. 
My dear, nós aprendemos a enfeitiçar, (haha)... nós aprendemos juntos a ter o mundo em nossas mãos.
Malícia. 
Uma dose, 
que delícia.
[...]
Cada um com seu pedaço de coração cortado.
E ferido. 
Mas, unidos... nosso fim de festa é infinito. 

"All my heart it breaks every step that I take" [...]


Mesmo sabendo que we were born to die, eu amo te ter comigo.
Você faz parte de mim.
Meu viver é mais bonito com você. 




meu amor, quando a gente se versifica
a gente também se purifica 
então escreve
custura a ferida
doa teu coração
Impede a loucura
Corrompe o senso da razão. 


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