segunda-feira, 18 de março de 2013

cintil ação!

E desfalecer na brisa de uma noite com estrelas contadas, não se fazem mais ilusões como antigamente [...]

Eis que arte, eis que traços, desenhos fragilizados, um suar de quatro mãos. As que desenham e as que colocam as ideias na mente do ser, você.
Não compreendo tal vazio. Talvez nunca hei de compreender. Tristes semelhanças tratam de ser disfarçadas. Se eu pudesse ao menos correr à fio do mundo, pontilhar nas agulhas do mar, com seus minúsculos botões de água que salgadas saíram dos meus olhos, e salgadas voltam para lá.
Aos beijos que tristes fogem da minha boca, à terra tudo retorna. Pele cabelo unha coração. Você é tão linda que eu poderia jurar que estava tudo bem. Mas não estava. Quando você disfarça, o meu pranto não vem.

I can't. São as regras do jogo. Essa semana eu não posso brincar. Daquilo, você sabe... daquilo de viver. Estou ocupada, muito ocupada, com aquilo que não me recordo. Não me toca. Não me preenche.

Preencher. Acolher. Não perguntei como andas. A pressa me consumiu. Não me perdoe por isso. Seja como for... deite na calçada. Pare de ler no pc. Vá compreender o enigma e decifrar os... os... não decifre nada hoje querida. Só sonhe muito. E preencha. vá zio ver.



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